EU TENHO FÉ NO DIVINO PAI ETERNO

Milhões de pessoas recorrem ao Divino Pai Eterno para alcançar suas curas.Uma linda devoção que tem se espalhado pelo Brasil...Faça aqui sua orações, publique seus testemunhos para que outras pessoas busquem a cura do corpo e da alma através dessa devoção.
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RESUMO DA DEVOÇÃO AO DIVINO PAI ETERNO
A devoção ao Divino Pai Eterno, particularmente, no Brasil, já conta mais de 160 anos e busca sua origem nas proximidades do Córrego do Barro Preto (Goiás) onde um casal de trabalhadores rurais (Constantino Xavier e Ana Rosa), enquanto trabalhavam na roça, encontraram um medalhão confeccionado em barro, cuja estampa trazia a imagem da Santíssima Trindade coroando Nossa Senhora. Levaram então o medalhão para casa e a partir desse dia, observou-se uma série de milagres no Estado de Goiás, região centro-oeste do Brasil. O número de fiéis cresceu vertiginosamente e a casa de Constantino já não comportava o fluxo de devotos. Por isso, em 1843, foi erigida uma capela, que logo iria também tornar-se pequena. Constantino, então, encomendou uma réplica da figura estampada no medalhão, confeccionada em madeira pelo artista plástico Veiga Valle e que foi posta junto à nova capela que construiu com auxílio da comunidade. Difundiu-se por toda a região grande comemoração festiva, que culmina com a Novena no dia da grande festa, ou seja, sempre no primeiro domingo do mês de julho.
O QUE É O DIVINO PAI ETERNO
Papa João Paulo II dedicou a reflexão da audiência geral das quartas-feiras, na Praça de São Pedro, à relação de Jesus com o Pai, como revelação do mistério da Santíssima Trindade, como transcrevemos a seguir:
Queridos irmãos e irmãs,
Como vimos na catequese precedente, com as Suas palavras e obras Jesus entretém com o «Seu» Pai uma relação muito especial. O evangelho de João sublinha que tudo o que Ele comunica aos homens é fruto desta união íntima e singular: «Eu e o Pai somos um» (Jo 10, 30). E ainda: «Tudo quanto o Pai tem é Meu» (Jo 16, 15). Existe uma reciprocidade entre o Pai e o Filho, naquilo que conhecem de Si mesmos (cf. Jo 10, 15), naquilo que são (cf. Jo 14, 10), naquilo que fazem (cf. Jo 5, 19; 10, 38) e naquilo que possuem: «Tudo o que é Meu é Teu, e tudo o que é Teu é Meu» (Jo 17, 10). Trata-se dum intercâmbio recíproco que encontra a sua expressão plena na glória, que Jesus obtém do Pai no mistério supremo da morte e da ressurreição, depois de a ter Ele mesmo conseguido do Pai durante a vida terrena: «Pai, chegou a hora: Glorifica o Teu Filho para que também o Teu Filho Te glorifique... Glorifiquei-Te na Terra... Agora glorifica-Me Tu, ó Pai, junto de Ti» (Jo 17, 1.4 s.).
FONTE:http://www.paginaoriente.com/
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